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sábado, 13 de junho de 2015

ARMAMENTOS USADOS PELA HOLANDA DURANTE A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

HOLANDA NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL






Entre 1939 e 1945, o mundo viveu momentos de terror. Estima-se que 50 a 70 milhões de pessoas tenham morrido durante a Segunda Guerra Mundial, o que faz dela o conflito mais sangrento da história da humanidade.
Se pensarmos que todas essas potências mundiais dispunham de tecnologias de armamento avançadas e desenvolvidas especialmente para aniquilar os inimigos, não é nenhuma surpresa o fato de que a Segunda Guerra Mundial estrelou algumas das batalhas mais violentas da história, ferindo, matando e deixando sequelas em milhares – e até mesmo milhões – de vidas.

ARMAS USADAS:

 

Um método muito usado que de uma certa forma podemos considerar como um tipo de “arma” foi a espionagem foi uma das armas usadas na Segunda Guerra. Este recurso foi usado tanto pelos Aliados quanto pelo Eixo. Uma das espiãs mais famosas foi a modelo holandesa Catharina Koopman. Ela serviu de espiã para os aliados. Foi presa e enviada para um campo de concentração nazista na Alemanha. Livrou-se, pois falava muito bem alemão e fez se passar por enfermeira.
COMPONENTES: EMANUELLE SOARES, E VIVIAN MARIA.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

INDUSTRIALIZAÇÃO NA HOLANDA

A INDUSTRIALIZAÇÃO NA HOLANDA



A Holanda possui vários recursos naturais energéticos. É um país bem desenvolvido e com boas condições de vida.Tem o seu PIB elevado, ou seja a Holanda tem um alto rendimento.


DADOS:
Produtos Agrícolas: beterraba, batata, cereais, legumes, frutas

Pecuária: bovinos, suínos, aves

Mineração: gás natural e petróleo.

Indústria
: alimentos, química, petroquímica, máquinas.

Renda per capita (PIB per capita): US$ 47.440 

PIB: US$ 800,1 bilhões 



MARCAS HOLANDESAS E CONHECIDAS PELO MUNDO


Os holandeses são famosos por saberem fazer um bom negócio. E foi por esse talento nato que levou a criação de muitas empresas de sucesso, e eu aposto que você não sabia que essas multinacionais são originalmente holandesas.

·                     SHELL:


Em 1890 nasceu a Royal Dutch Petroleum Company, indo para as Índias Orientais Holandesas (hoje Indonésia) procurar por petróleo. Em 1907, aliando-se com uma empresa inglesa de transporte de querosene, surgiu a anglo-neerlandesa Royal Dutch Shell e Co., adotando a famosa concha como símbolo da empresa.



·                     UNILEVER
No final do século XIX na Holanda as famílias Jurgens e Van den Bergh abriram suas primeiras fábricas para a produção de margarina, posteriormente chamada de Margarine Unie. Enquanto isso, na Inglaterra, a empresa Lever & Co. produzia com sucesso um novo tipo de sabão, vendido com o nome comercial de Sunlight Soap. 
Ocorre que ambos os produtos possuem uma matéria-prima em comum, o óleo de palma. No ano de 1930,  passando pelos efeitos da grande crise de 29, ambas as empresas decidiram se unir, a fim de facilitar e baratear o custo do óleo de palma, entre outras vantagens mútuas. Assim, foi em dia 1º de janeiro de 1930 que nasceu, oficialmente, a Unilever.




 COMPONENTES: EMANUELLE SOARES, E VIVIAN MARIA.



Armas da 2ª Guerra Mundial

            Os Armamentos da Segunda Guerra Mundial


            A Segunda Guerra Mundial envolveu uma quantidade imensa de homens e de armas , de muitos tipos , como facas , adagas , pistolas , revolveres , metralhadoras , sub-metralhadoras , fuzis , rifles , aviões , submarinos , navios, tanques , canhões , e etc.
   
      Em relação a Primeira Guerra Mundial , e a Segunda teve muito mais avanços , e armas muito mais destrutivas e primitivas , além de novas táticas de guerrilha. As principais inovações em armamentos que vieram junto com a Segunda Guerra Mundial foram: a blindagem em veículos de guerra terrestres , a utilização de armas e químicas , utilização de novas táticas que incluíram o uso de minas terrestres , que até então não existiam. A utilização de veículos ''anfíbios'', que poderiam andar em solo terrestre e flutuar na água , e aviões que poderiam pousar na água.
  



Integrantes do grupo: Kellen Gouveia , Ane Caroline , Maria Eduarda Griffo e Nicole
             

Consequências das bombas no japão

 Hiroshima
Os efeitos causados pea bomba em Hiroshima foram como em Nagasaki devastadores.
Os danos infraestruturais calculam  em  cerca de 90% de edifícios danificados ou totalmente  destruídos. Hiroshima parecida agora um campo arido visto de cima, por toda ela se via um campo enorme de destroços. Em Hiroshima foram mortas mais de sessenta mil pessoas, e em Nagasaki a fumaça subiu a mais de seis mil metros, formando o famoso cogumelo, e o calor e o fogo queimaram as pessoas e as casas.



Nagasaki
Em Nagasaki os estaleiros e docas do sudoeste da cidade, ficaram devastados, o lançamento de outras bombas mas não de grande força  criou preocupação considerável em Nagasaki, tendo várias pessoas, principalmente crianças da escola, por uma questão de segurança, sido evacuadas para áreas rurais reduzindo  assim  a população da cidade por altura do ataque nuclear. Mas tal como Hiroshima Nagasaki ficara também parecida com um campo arido, onde só se via destroços.  


Integrantes: Fredy Moreira, Brayan Teixeira, João Victor, Diego Tanaka

Industrialização na Itália

A Itália tem um parque industrial muito diversificado. Entenda o processo de industrialização do país!
A Itália é um país com uma economia muito forte e desenvolvida. O país europeu ocupa hoje a posição de sexta economia do mundo e conta com um parque industrial diversificado

A Itália demorou para iniciar seu processo de industrialização. As limitações do mercado italiano só ficaram de lado depois da unificação política. No período de entreguerras, por volta de 1922, o ditador italiano, Benito Mussolini, colocou a Itália numa verdadeira instabilidade política e econômica. Depois de perder a Segunda Guerra Mundial, a Itália se uniu à Alemanha. Depois disso, começou a fase do chamado “milagre italiano”, um período de rápido crescimento econômico. Nessa fase, a concentração e desenvolvimento industrial se fortaleceu ao norte do país, na região do Vale do Pó, graças a uma política de descentralização industrial.

A industrialização da Itália se intensificou no século XIX. O desenvolvimento industrial chegou ao sul da Itália depois da Segunda Guerra Mundial, graças a uma intervenção do Estado italiano que concedeu incentivos para a iniciativa privada.

Depois da Segunda Revolução Industrial, com a utilização da eletricidade na indústria, a Itália começou a apresentar mais fábricas. Atualmente, a Itália possui um excelente parque industrial, bastante competitivo e produtivo.

A industrialização da Itália também se beneficiou pelo Plano Marshall. Hoje, a Itália tem alguns grupos privados nacionais de destaque mundial, como a montadora de veículos Fiat (Fábrica Italiana de Automóveis Turim), a Olivetti, empresa de eletrônicos, a Parmalat, destaque no setor alimentício, e a Pirelli, empresa do setor químico.

Os principais centros industriais da Itália são Milão, Turim, Gênova, Verona e Parma. O Sul do país concentra indústrias siderúrgicas e petroquímicas.

Duas das principais marcas italianas

Ferrari é um fabricante italiano de automóveis (tanto de competição, como esportivos) de luxo, fundada por Enzo Ferrari no ano de 1929 como Scuderia Ferrari. No início, a Scuderia Ferrari patrocinou pilotos e carros de corrida fabricados, tendo, no ano de 1946, começado a sua produção independente, tornando-se, mais tarde, Ferrari S.p.A., e em 1969, quando foi vendida 50% das ações para a Fiat sendo adquirido os 85% restantes, em 2014 a Fiat vendeu 10% das ações da Ferrari para o filho de Enzo, Piero Ferrari, faz parte do grupo FCA. A empresa está sediada em Maranello, próximo de Módena, na Itália.



FIAT (Fabbrica Italiana Automobili Torino) é uma das marcas da Fiat Chrysler Automobiles1 , um dos maiores fabricantes de automóveis do mundo, com sede mundial na cidade de Turim, norte da Itália. A empresa Fiat Automobiles S.p.A foi formada em janeiro de 2007, quando a Fiat reorganizou seus negócios automotivos, e traça a sua história de volta a 1899, quando o primeiro Fiat foi produzido.


Integrantes:Fredy Moreira, Brayan Teixeira, João Victor, Diego Tanaka

terça-feira, 9 de junho de 2015

Canhão V3

Armas utilizadas durante a segunda guerra mundial 

1. O canhão V3. - Como os chamados mísseis cruzeiros V1 e V2 o foguete que o procedeu, oVergeltungswaffe 3 Cannon (ou Canhão da Inglaterra), foi outro chamado de "arma nazista de vingança". Foi uma arma super-maciça construída diretamente em uma colina e era capaz de disparar granadas de artilharia sobre o Canal Inglês da França para Londres. O V3 era operado de acordo com um principio de multi-carga em que propulsores secundários era disparados para acelerar progressivamente o projetil enquanto este se movia ao longo do cano do canhão. Durante os ensaios de tiro realizados em maio de 1944, o V3 alcançou uma distância de de até 55 milhas (88 km), e os testes de em julho de 1944 viu as conchas de artilharia alcançar uma distância de 58 milhas (93 km).




Dos dois V3s construídos, apenas a arma secundária viu a ação. De 11 de Janeiro a 22 de fevereiro de 1945, cerca de 183 seções de tiro foram disparados. O alvo foi a cidade, recentemente liberada, de Luxemburgo. Mas ele provou ser, em grande parte ineficaz, já que dos 142 disparos que atingiram a cidade, o V3 tirou a vida de "apenas" 10 pessoas, ferindo outras 35. Vale lembrar que bombardeios alemães de qualquer natureza não visavam apenas a destruição, mas sobretudo tirar vidas humanas. Neste aspecto se percebe que apesar de produzir uma grande destruição o V3 não era tão letal quanto a vidas, daí sua ineficácia.



 
Integrantes:Fredy Moreira, Brayan Teixeira, João Victor, Diego Tanaka

Bombas Utilizadas Durante a 2ª Guerra Mundial

Little Boy
A primeira explosão de uma bomba atômica na história da humanidade aconteceu no dia 6 de agosto de 1945, uma segunda-feira. A bomba foi lançada sobre o centro da cidade de Hiroshima às 8h15 da manhã. Como o horário comercial começava às 8h da manhã, muitas pessoas foram atingidas em fábricas e escritórios. A bomba, chamada pelos norte-americanos de Little Boy, continha 50 quilos de urânio 235, com potencial destrutivo equivalente a 15 mil toneladas de TNT. O calor liberado pela bomba foi de 100 calorias/cm² no grau zero, 56 calorias/cm² a 500 metros e 23 calorias/cm² a mil metros do centro da explosão.


Nagasaki foi atingida no dia 9 de agosto, às 11h02 da manhã. Inicialmente o plano do exército americano era de jogar a bomba sobre Kokura, Fukuoka. Mas o tempo nublado impediu que o piloto visualizasse a cidade, e decidiu-se pela segunda opção. Nagasaki não era considerado um alvo ideal porque é rodeada por montanhas, o que diminuiria o poder destrutivo. A bomba, chamada Fat Boy, era de plutônio 239, com potência equivalente a 22 mil toneladas de TNT, ou seja, 1,5 vez mais potente que a bomba jogada sobre Hiroshima. Como a bomba foi jogada às pressas, sem ter um alvo definido, o centro da explosão ficou a 3 quilômetros do centro da cidade. O número de pessoas que possuem a carteira de identificação de vítima de bomba atômica atualmente está em 235.569 pessoas, ou seja, 8,1 mil a menos que no ano passado. Mais de cem vítimas das duas bombas moram no Brasil.


Fritz-X
Ruhustahl SD 1400 "Fritz X" bomba controlada por rádio - Apelidada de Fritz-X, esta foi uma bomba alemã controlada por rádio lançada do ar. Sua função principal era destruir alvos navais pesadamente blindados. Ela foi baseada no SD 1400-perfurante, uma bomba padrão, mas ela apresentava aerodinâmica superior com quatro pequenas asas que se estendiam 4,4 pés (1,35 m) de diâmetro, e uma cauda. Mas para deixar a coisa mais perigosa, um artilheiro tinha que voar diretamente sobre o alvo pretendido, deixando-o tremendamente exposto.


Ela provou ser uma formidável, no entanto que se encaixou perfeitamente contra dos aliados. Em 9 de setembro de 1943, logo após a trégua italiana, os alemães usaram várias delas contra o encouraçado Roma, afundando-o com todos 1.455 homens a bordo. Também foi usada para afundar o cruzador britânico HMS Spartan, O destroier britânico HMS Janus e o navio hospital Terra Nova. Ela também danificou muitos outros navios. Mais de 2 mil Fritz-Xs foram construídas, mas apenas 200 foram colocados em operação. Parte do problema era que as bombas não podiam mudar de direção muito bruscamente, expondo os grupos de bombardeiros que sofreram pesadas perdas.


COMPONENTES: Ana Caroline B. Rezende, Rebeca Trindade e Lhavínia Cardoso

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Segunda Guerra Mundial

Gustav Gun armamento criado durante a 2º Guerra Mundial

Gustav Gun que foi fabricado a mando direto de Adolf Hitler em 1941, e as especificações do Führer incluíam ordens de que a arma fosse capaz de perfurar um metro de aço, sete de concreto ou 30 metros de terra densa.
  
Gustav foi especificamente projetado para destruir uma linha de fortes que protegiam a fronteira francesa durante a Segunda Guerra Mundial. O canhão era gigante e só os números dele já eram mais do que suficientes para deixar qualquer um intimidado! Afinal, a arma media 47 metros de comprimento e 11 metros de altura e contava com quase 1.350 toneladas de peso.
Além disso, cada uma de suas assustadoras balas pesava sete toneladas e, de tão pesadas, era necessário mais uma tonelada em pólvora só para que Gustav pudesse dispará-las. No entanto, uma vez lançados, os projéteis podiam atingir alvos a mais de 35 quilômetros de distância.

                   >> Arthur Felipe, Maria Eduarda Fonseca, Taina, Lívia <<

Armas Utilizadas Durante a 2ª Guerra Mundial.




Armas Utilizadas na 2ª Guerra Mundial.

MP40.

A MP40 (Maschinenpistole 40 - Pistola-metralhadora 40) foi uma submetralhadora desenvolvida e utilizada pela Alemanha Nazista durante a Segunda Guerra Mundial.

Sua Historia.
A MP40 foi descendente da MP38, as diferenças estando no custo de produção. As alterações foram um resultado de vários testes com milhares de MP38 (em serviço desde 1939), utilizadas durante a Invasão da Polónia. As alterações foram incorporadas numa versão intermédia (MP38/40), e mais tarde utilizadas na produção inicial da versão MP40. Mais de um milhão de unidades foram fabricadas de todas versões durante a guerra.
A MP40 era geralmente chamada por Schmeisser, após o nome do desenhista de armas Hugo Schmeisser. Embora Hugo Schmeisser não tivesse desenhado a MP40, mas tivesse ajudado no desenho da MP41 e a Sturmgewehr 44. E também Schmeisser não trabalhava para Erma, mas sim para Haenel. O desenhador da MP38 e MP40 foi Heinrich Vollmer.
Especificações.
Peso 3.97 kg

Comprimento 630 mm (coronha rebatida) 833 mm (coronha estendida) Comprimento do 

cano 251 mm

Calibre 9 x 19 mm

Ação Blowback

Cadência de tiro 500 t/m

Velocidade de saída ~380 m/s

Alcance efetivo ~100 m

Sistema de suprimento carregador de 32 munições.


PPSH-41

A Pistolet-pulemet Shpagin 41 (PPSh-41) (em russo: Пистоле́т-пулемёт Шпагин 41) é uma variante da Pistolet-pulemet, concebida por Georgii Shpagin, sendo uma das pistola-metralhadoras mais produzidas em massa na Segunda Guerra Mundial. Utilizada pela União Soviética durante a guerra.
Historia.
Esta variante veio substituír a PPD, cujo fabricação era cara e demorada. A PPSh-41 foi concebida para ser uma alternativa mais barata. O seu baixo custo baseava-se em não ter parafusos e todas as partes metálicas serem estampadas.
A PPSh não era somente melhor de ponto de vista de fabrição, a sua superioridade também se alargava a outras áreas. Tinha uma taxa fenomenal de tiro, por volta de 900 TPM (tiros por minuto), tal como uma reputação pela sua durabilidade e necessidade de pouca manutenção. Também se pensava que era mais certeira do que muitas armas de outros países, mais caras e complexas.
Cerca de 6 milhões de exemplares desta arma foram produzidos até ao fim da guerra. A sua reputação e disponibilidade fizeram com que divisões inteiras fossem equipadas com ela.
Os próprios Alemães estavam bastante impressionados com a arma, e usavam-na sempre que a capturavam. Devido às dimensões semelhantes do cartucho, 7.62 x 25 mm e 9 mm, somente era necessário um bom adaptador de munições para converter a PPSh-41 para disparar munição de MP38/40. A Wehrmacht oficialmente adaptou a PPSh-41 convertida como aMP717(r).
A PPSh, sobreviveu à guerra, e quer a sua facilidade de construção quer a grande quantidade de unidades disponíveis serviram para apoiar muitos movimentos guerrilheiros apoiados pela URSS.
No entanto, a PPS, apresentava alguns problemas. Ela encravava bastante, especialmente na sua versão de tambor, e a sua alta cadência de tiro, e facilidade de disparo faziam com que rapidamente se gastassem as munições disponíveis, o que provocava inevitavelmente problemas logisticos aos movimentos guerrilheiros. Além disso, em florestas densas, a sua relativa pouca potência tornava-a uma arma relativamente ineficiente.
Especificações.

Peso 3,63 kg
Comprimento 843 mm
Comprimento do cano 269mm
Calibre 7,62 x 25 mm TT
Ação Blowback, culatra aberta
Cadência de tiro 900 tpm
Velocidade de saída 488 m/s
Alcance efetivo 200 m.

Membros do Grupo: Gabriel González, Guilherme Sírtoli e Gutierrez Neiva.